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CLARA CASTRO
LANÇA CLIP DE CORPO SÓ
 20 DE SETEMBRO DE 2019
POR ESTELA LOTH E ROGÉRIO ARANTES

Seja no interior da mata ou dentro do aperto de um apartamento. O que pode um corpo? Um corpo só? As diferentes interpretações que podem brotar das imagens de um corpo que vaga entre a prisão e a liberdade são aspectos centrais do clip da canção “Corpo Só”, da cantora Clara Castro, composição feita em parceria com sua mãe, Glória Bittar. O clip foi lançado no último dia 18 de setembro e é dirigido pela fotógrafa e produtora audiovisual da Grrr Produções Celine Billard.

 

Mineira nascida em Barbacena e atualmente morando em Juiz de Fora, Clara Castro vem participando ativamente da cena local. Em seu trabalho autoral, Clara busca constantemente uma identidade e uma voz para dizer por si. Suas inspirações variam entre os clássicos da MPB e os novos nomes do cenário contemporâneo brasileiro. Paralelamente ao trabalho com suas composições, a cantora também apresenta um projeto de Tributo a Rita Lee, uma de suas grandes influências musicais.

Clara Castro - Foto: Estela Loth/Amet Culturae
Capa do Disco Caostrofobia

Formada pela Bituca - Universidade de Música Popular, Clara lançou seu primeiro álbum, "Caostrofobia", em 2018. O trabalho conta com a produção de Rodrigo Campello. No repertório, uma releitura de "Um Trem Pras Estrelas, música de Cazuza e Gilberto Gil, além de 10 composições inéditas, dentre elas “Corpo Só”. A inspiração para a composição dessa canção veio de uma fascinante história que envolve diretamente o músico e professor de Clara, Ian Guest. 

 

Ian recebeu tardiamente uma carta de seu pai, que sobreviveu ao Holocausto. É o texto dessa carta que motivou Clara e Glória a escrever a letra de “Corpo Só”. Outro aspecto fundamental da música é o arranjo feito por Mário Adnet, com as cordas gravadas em São Petersburgo, na Rússia. Clara conta que o arranjo traz à música algo mais emotivo, que acaba se transformando em um possível gatilho de ressignificação da própria letra e da mensagem trazidas por ela.

A decisão de produzir um clip para essa música também diz muito sobre o potencial da mesma. O desenrolar do clip abre diversas interpretações possíveis. Clara explica que “a gente não queria dar uma interpretação cronológica e criar uma historinha muito óbvia. Nós queríamos que o clip fosse impactante e causasse sensações”. Para isso, o conceito visual por trás do clip nasce da sensibilidade da fotógrafa, cinegrafista e produtora Celine Billard. “O olhar da Celine é muito poético, ela capta uns micromovimentos que falam muita coisa e eu acho que isso faz toda a diferença”, conta Clara.

 

Para quem quiser conhecer melhor, o trabalho de Clara está disponível em todas as plataformas digitais de música. Já o clip está disponível no YouTube e você pode conferir aqui:

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