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Entrevista

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Rogério Arantes

 

 como se você tivesse a companhia semanal daquela pessoa com você no seu dia a dia."

*Rogério conversou com a gente sobre o seu vício em podcasts. A entrevista foi  base para o podcast “O meio é a mensagem”. 

Amet Culturae: Quantos podcasts você acompanha?

 

Rogério Arantes: São Mamilos, Correspondentes Premier, Projeto Humanos, Anticast, Durma com essa, Jovem Nerd, Encruzilhadas, Conexão Sudaca, Lado B do Rio, Foro de Teresina, Maria vai com as outras, Benzina, Revolushow, 37 Graus, RPGuaxa, Liga dos 32, 10 Jardas, El diario de Martín, Posse de Bola, Podcast GE Flamengo. Um total de 20.

 

AC: Quais os favoritos?

 

RA: Primeiro, o Mamilos, pelo fato de ter sido um dos primeiros que comecei a acompanhar, por sempre trazer temas relevantes, discussões que abordam diferentes pontos de vista e também por ser assinante da Newsletter semanal deles.

Depois o Correspondentes Premier, por ter modificado a minha relação com o futebol inglês. Passei a acompanhar e me interessar muito mais por esse tema depois que comecei a acompanhar o podcast. Outro ponto interessante desse podcast é que existe um grupo de WhatsApp de fãs e ouvintes do podcast e o João Castello-Branco, que é um dos jornalistas que produz e apresenta o podcast faz parte do grupo. Ele sempre manda a arte dos episódios com antecedência por lá. No programa nº 100 ele pediu para que os membros do grupo enviassem áudios com perguntas para serem respondidas no programa e a minha pergunta foi selecionada e apareceu no programa. Eles conseguem retratar muito bem também a cultura das cidades e dos estádios, além do futebol em si.

E o Projeto Humanos, por ser um projeto voltado exclusivamente para o formato Storytelling. Participei, de forma voluntária, fazendo transcrições de material em áudio e vídeo utilizado na montagem da 4ª Temporada, que começou a sair em 2018, sobre o Caso Evandro, um caso ocorrido no Paraná na década de 1990, que tem repercussões até hoje. Por ter conhecido a história nesse trabalho e pela enorme qualidade da estruturação narrativa da história feita pelo Ivan Mizanzuk, esse podcast se transformou numa espécie de modelo para mim: instigante, imprevisível, complexo.

 

AC: O que faz com que o podcast te prenda a atenção?

 

RA: A relevância do assunto, a forma como ele é contado/transmitido, o timing, quer dizer, principalmente nos podcasts de Política e Esportes, muitas vezes se você não ouve na semana de lançamento perde um pouco o sentido, e também uma espécie de relação de confiança e até mesmo familiaridade que você vai criando com os hosts. Acho que isso acontece pelo fato de eu ouvir podcasts quase sempre em situações domésticas ou cotidianas, é como se você tivesse a companhia semanal daquela pessoa com você no seu dia a dia.

 

AC: Já ouviu algum podcast em que o formato não te agradou ou entediou?

 

RA: Sim. Até mesmo os podcasts que acompanho, por vezes têm episódios muito grandes, de duas a três horas, o que muitas vezes gera uma dispersão. Ou mesmo temas mais aprofundados e interessantes, que despertam a minha atenção, mas justamente por conta da profundidade dos temas e do fato de eu ouvir fazendo outras atividades, acaba fazendo com que o foco no podcast se perca.

 

AC: Quais temas de podcast mais te agradam?

 

RA: Política, Atualidades e Esportes, principalmente Futebol, Futebol Americano e Basquete. Além disso, o formato Storytelling em específico também me atrai bastante.

 

AC: Em que plataformas você costuma ouvir podcasts? Quantas plataformas vc conhece?

 

RA: Costumo ouvir em um aplicativo chamado Swoot e também no Spotify. Quando comecei a ouvir a principal plataforma era o Soundcloud. Depois teve uma época que usei muito também um outro aplicativo de podcasts chamado Podcast Addict.

 

AC: Você paga algum tipo de assinatura para consumir podcasts?

 

RA: Não, mas por gostar e acreditar no trabalho do Mamilos pago uma assinatura mensal para elas que me dá direito a uma Newsletter semanal.

 

AC: Em que ocasiões você ouve podcast?

 

RA: Lavando louça, na rua, no ônibus, fazendo faxina e às vezes enquanto assisto futebol sozinho.

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